“Não é dinheiro. É decisão.”
Eu vou ser bem direto com você.
Então, se você já me acompanha há anos, consome conteúdo, salva posts, manda mensagem dizendo que “ama Neurovisão”, mas ainda não fez a Formação, sinceramente:
Você não pode mais usar o dinheiro como desculpa.
Chega um ponto em que a desculpa revela mais sobre a nossa mente do que sobre a nossa conta bancária.
O que realmente está te travando?
Se não é dinheiro, então o que é?
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Medo de não dar conta?
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Medo de sair da zona de conforto e descobrir que aquilo que você fazia até ontem já não é suficiente?
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Medo de se enxergar como referência e ter que sustentar esse lugar?
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Medo de admitir que você poderia estar anos à frente… mas ficou esperando “a hora certa”?
Todo mundo diz “visão é cérebro”. Mas quem vive isso na prática?
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Atendimento igual ao de 15, 20 anos atrás.
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Protocolos sem base em neurociência.
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Nenhum olhar real para neuroplasticidade, vias alternativas, modulação cortical.
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Zero diálogo com neuroimagem, com evidência, com atualização.
É como dizer “treino é vida” sentado no sofá, assistindo séries o dia inteiro.
Quanto está te custando continuar sem Neurovisão?
A pergunta, então, já não é mais:
“Quanto custa a Formação em Neurovisão?”
A pergunta honesta é:
Quanto está te custando continuar sem Neurovisão?
Quanto custa:
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Perder paciente porque você não enxerga o que está por trás daquele quadro visual?
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Ficar preso à lógica de óculos, lente, oclusão e terapia desatualizada, enquanto o mundo fala de cérebro, rede, neuroplasticidade?
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Depender de materiais prontos, sem entender o que acontece no sistema nervoso daquela criança, daquele adulto, daquela pessoa pós-AVC?
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Ser “mais um” profissional que repete jargão bonito, mas não sabe explicar por que aquela intervenção funciona – ou não?
O outro lado: o que você passa a enxergar
Estar do outro lado é:
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Neurorreabilitação visual de verdadeNão é só “estimular o olho”.É entender vias dorsais e ventrais, tálamo, córtex visual, áreas associativas, redes de atenção, de memória, de linguagem.É saber por que você escolhe um estímulo e não outro; por que faz uma progressão e não outra.
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Neurovisão aplicada à clínica, não à frase de efeitoNeurovisão não é slogan, é prática diária.É você olhar para a queixa do paciente e pensar em termos de circuito, função, plasticidade, compensação, e não só em “grau”, “estrabismo” ou “baixa visão” isolados.
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Neuroplasticidade clínica com protocolo, critério e ciênciaNão é “o cérebro muda, então tudo é possível”.É saber como, quando, quanto, em qual faixa etária, em quais condições.É ter protocolo estruturado e, ao mesmo tempo, flexível para a singularidade de cada caso.
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Neuroimagem guiando reabilitação, e não só ilustrando aulaNão é usar uma imagem de ressonância só para impressionar slide de congresso.É compreender o que aquela imagem diz sobre conectividade, perfusão, via alternativa, reorganização cortical – e usar isso para tomar decisões clínicas.
2026: o ano em que você começa Neurovisão
Por isso eu criei aquele sticker:
“2026 começo Neurovisão.”
“Isso é importante. Eu estou me comprometendo.”
A espiritualidade e a neurociência dizendo a mesma coisa
O que você repete, você cria.O que você afirma, você fortalece.
Agora, quando você muda o discurso para:
“Eu vou fazer. Não sei exatamente como ainda, mas vou organizar minha vida para isso.”
É isso que eu chamo de mudar o mindset.
A pergunta final
Então eu termino com a mesma pergunta, só que agora mais profunda:
O que te impede, em 2026, de estar do outro lado?
Mas não continue dizendo que quer mudar de vida mantendo a mesma forma de pensar.
“Chega de adiar. 2026 é o ano em que eu começo Neurovisão.”
Prof. Leandro Rhein



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