Em 2026 eu prometo...

 



“Não é dinheiro. É decisão.”

Eu vou ser bem direto com você.

Eu não acredito mais quando você diz que “não faz Neurovisão por causa de dinheiro”.
Sabe por quê?

Porque em agosto de 2025, quando o Institute fez 10 anos, você teve a chance de entrar pagando R$ 75,00 por mês.
Setenta e cinco reais. Menos do que muita gente gasta em delivery num único fim de semana.

Se naquele momento você não entrou, não foi porque “não tinha dinheiro”.
Foi porque não priorizou.
Porque, entre “crescer profissionalmente” e “manter a vida exatamente como está”, você escolheu a segunda opção – mesmo sem perceber.

E eu também não acredito que seja dinheiro porque eu vejo, na prática, alunos que fazem poupança de 2, 3 anos para pagar a formação à vista.
Eles apertam, deixam de lado outras coisas, reorganizam agenda, abrem mão de conforto, negociam plantão, cortam supérfluo.
E chegam.

Não é sorte.
É decisão + tempo + constância.

Então, se você já me acompanha há anos, consome conteúdo, salva posts, manda mensagem dizendo que “ama Neurovisão”, mas ainda não fez a Formação, sinceramente:

Você não pode mais usar o dinheiro como desculpa.

Chega um ponto em que a desculpa revela mais sobre a nossa mente do que sobre a nossa conta bancária.



O que realmente está te travando?


Se não é dinheiro, então o que é?

  • Medo de não dar conta?

  • Medo de sair da zona de conforto e descobrir que aquilo que você fazia até ontem já não é suficiente?

  • Medo de se enxergar como referência e ter que sustentar esse lugar?

  • Medo de admitir que você poderia estar anos à frente… mas ficou esperando “a hora certa”?

Esses medos são silenciosos.
Você não posta sobre eles, não comenta no grupo, não escreve no caderno.
Mas eles comandam suas decisões.

É mais fácil dizer “não tenho dinheiro” do que admitir:
“Eu tenho medo de mudar quem eu sou como profissional.”


Todo mundo diz “visão é cérebro”. Mas quem vive isso na prática?


Você já sabe que visão é cérebro.
Essa frase já virou bordão.

Está em post motivacional, em legenda bonita, em slide colorido.
Mas aí você olha a prática de boa parte das pessoas que repetem isso… e o que vê?

  • Atendimento igual ao de 15, 20 anos atrás.

  • Protocolos sem base em neurociência.

  • Nenhum olhar real para neuroplasticidade, vias alternativas, modulação cortical.

  • Zero diálogo com neuroimagem, com evidência, com atualização.

É como dizer “treino é vida” sentado no sofá, assistindo séries o dia inteiro.

Muita gente fala como se estivesse em 2030, mas trabalha clinicamente como se fosse 1890.
Isso é duro de dizer, mas é a verdade.


Quanto está te custando continuar sem Neurovisão?


A pergunta, então, já não é mais:

“Quanto custa a Formação em Neurovisão?”

A pergunta honesta é:

Quanto está te custando continuar sem Neurovisão?

Quanto custa:

  • Perder paciente porque você não enxerga o que está por trás daquele quadro visual?

  • Ficar preso à lógica de óculos, lente, oclusão e terapia desatualizada, enquanto o mundo fala de cérebro, rede, neuroplasticidade?

  • Depender de materiais prontos, sem entender o que acontece no sistema nervoso daquela criança, daquele adulto, daquela pessoa pós-AVC?

  • Ser “mais um” profissional que repete jargão bonito, mas não sabe explicar por que aquela intervenção funciona – ou não?

O custo não é só financeiro.
É de reputação, resultado, significado e futuro.


O outro lado: o que você passa a enxergar


Quando eu falo em “estar do outro lado” em 2026, eu não estou falando de um clube fechado.
Estou falando de uma mudança de eixo.

Estar do outro lado é:

  1. Neurorreabilitação visual de verdade
    Não é só “estimular o olho”.
    É entender vias dorsais e ventrais, tálamo, córtex visual, áreas associativas, redes de atenção, de memória, de linguagem.
    É saber por que você escolhe um estímulo e não outro; por que faz uma progressão e não outra.

  2. Neurovisão aplicada à clínica, não à frase de efeito
    Neurovisão não é slogan, é prática diária.
    É você olhar para a queixa do paciente e pensar em termos de circuito, função, plasticidade, compensação, e não só em “grau”, “estrabismo” ou “baixa visão” isolados.

  3. Neuroplasticidade clínica com protocolo, critério e ciência
    Não é “o cérebro muda, então tudo é possível”.
    É saber como, quando, quanto, em qual faixa etária, em quais condições.
    É ter protocolo estruturado e, ao mesmo tempo, flexível para a singularidade de cada caso.

  4. Neuroimagem guiando reabilitação, e não só ilustrando aula
    Não é usar uma imagem de ressonância só para impressionar slide de congresso.
    É compreender o que aquela imagem diz sobre conectividade, perfusão, via alternativa, reorganização cortical – e usar isso para tomar decisões clínicas.

Esse é o outro lado.
E você sabe que não dá mais para fingir que não conhece essa porta.


2026: o ano em que você começa Neurovisão


Por isso eu criei aquele sticker:

“2026 começo Neurovisão.”

É simples, mas é poderoso.
Quando você compartilha essa frase, você está dizendo para o seu cérebro:

“Isso é importante. Eu estou me comprometendo.”

Use esse sticker, poste, mande nos grupos, coloque no status.
Peça para as pessoas te cobrarem.
Se comprometa em público.

Em julho de 2026 abriremos novas turmas.
E eu quero ver quem vai olhar para aquele cartaz e poder dizer:
“Eu prometi para mim mesmo. Agora eu cumpro.”

A espiritualidade e a neurociência dizendo a mesma coisa


Não é só neurociência que fala disso.
Se você olhar para textos antigos – Bíblia, Alcorão, Torá – a mensagem é a mesma:

O que você repete, você cria.
O que você afirma, você fortalece.

Quando você diz o tempo todo:
“Eu não faço porque não tenho dinheiro”,
você está educando o seu cérebro a confirmar essa realidade.

Ele começa a filtrar tudo o que prova que você não consegue.
Você deixa de enxergar oportunidades, descontos, possibilidades de parcelamento, reorganização financeira.
O seu foco vai todo para a falta.

Agora, quando você muda o discurso para:

“Eu vou fazer. Não sei exatamente como ainda, mas vou organizar minha vida para isso.”

Você vira a chave.
Seu cérebro começa a buscar caminhos ao invés de álibis.
Você começa a enxergar possibilidades que antes simplesmente passavam batido.

É isso que eu chamo de mudar o mindset.


A pergunta final


Então eu termino com a mesma pergunta, só que agora mais profunda:

O que te impede, em 2026, de estar do outro lado?

Não me responda rápido.
Pega um papel, escreve.
Se for dinheiro, destrincha: é de fato falta de recurso ou falta de priorização?
Se for medo, nomeia.
Se for preguiça, assume.
Se for confusão, pergunta.

Mas não continue dizendo que quer mudar de vida mantendo a mesma forma de pensar.

Se esse texto te incomodou, ótimo.
Incômodo, aqui, é sinal de vida.
É o seu cérebro dizendo:

“Chega de adiar. 2026 é o ano em que eu começo Neurovisão.”

E quando você estiver sentado na sala da formação, caneta na mão, olhando para o quadro, vai lembrar deste texto e vai saber:
não foi o dinheiro que mudou.
Foi você.

Prof. Leandro Rhein


Comentários